A História dos Hot Rods

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A História dos Hot Rods
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Muito tem sido dito sobre a real história dos Hot Rods. Mas a origem pode ser apontada para antes do final da Segunda Guerra Mundial. Na verdade, a mania por carros personalizados começou ainda mais atrás, antes da Primeira Guerra Mundial. Personalizar carros era muito popular entre os abastados dos EUA e Europa.

O período entre o fim da guerra em 1945 e o começo dos anos 50 houve vários fatores que se contribuiram  para popularização, principalmente em um lugar, no sul da Califórnia, onde existia um ambiente único para o Hot Hod e sua cultura. Na história, o termo “Hot Rods” parece ter surgido pela primeira vez no final dos anos 30 no sul da Califórnia. As pessoas gostavam de correr seus carros modificados no vasto leito de lagos de sal secos e vazios ao nordeste de Los Angeles e sob as regras da  SCTA – Southern California Timing Association. A atividade cresceu em popularidade depois da Segunda Guerra Mundial.

Os Hot Rod originais eram carros velhos, geralmente Fords que foram modificados para reduzir o peso e melhorar a aerodinâmica. Algumas das modificações típicas eram para retirar todas as peças não essenciais como; para lamas, capotas conversíveis, capô, pára-choques, pára-brisas e abaixando o chassi. O motor era modificado por afinação e / ou substituição por outro mais poderoso. Estas modificações acabavam por melhorar a aparência também e conduzir esses carros era um espetáculo aos olhos nos anos 50/60.  Eventualmente  alguns coupes e sedans se juntaram para desfilar, mas esses modelos mais pesados ​​sofriam cirurgias drásticas,  como rebaixamento de teto e inclinação dos seus pára-brisas para trás.

A História dos Hot Rods conta que houve um crescente interesse  por esses carros, por “Velocidade e por Corridas” que estavam ocorrendo com maior freqüência e com conseqüências mais terríveis. Com muitos acidentes acontecendo,  os Hot Rods foram logo marcados como uma ameaça social, o que exigiu um maior controle e até mesmo a apreensão e destruição deles. Os “Hot Rodders” corriam sem monitoramento, regras ou fiscalização e muitas foram as vitimas dessas corridas.

Era hora de alguém assumir o controle da situação. Em 1937, formou-se a Southern California Timing Association, (SCTA) que desenvolveu sistemas de cronometragem sofisticados. Isso, por sua vez, ajudou muito na tomada de tempo  ficando mais seguro e mais organizado. Em 1941, uma publicação mensal chamada “Throttle Magazine” foi criada com o propósito de acompanhar os resultados das corridas, apresentando alguns dos melhores carros e também relatando as novas questões de segurança e velocidade.

Mas logo as grandes montadoras estavam oferecendo automóveis com desempenho melhorado. Esses carros possuíam mais espaço para passageiros e muito menos esforço era preciso para “afinar” o carro e a atração pelo Hot Rod começo a diminuir. No entanto, com a Crise do Petróleo em 1973 os Órgãos Governamentais convocavam as montadoras para que oferecessem mais segurança e menos consumo de combustível em relação ao desempenho. Isso obviamente levou ao ressurgimento do interesse em Hot Rods novamente.

Havia um grande desejo entre os menos abastados de se ter um automóvel que se destacasse entre a elite com dinheiro,  já que esses mantinham o desejo de dirigir carros “exclusivos”. Com algumas modificações, peças enxertadas de outros carros, os Hot Rods que  considerados relativamente comuns, foram se tonando desejados e ganharam  “status” de caro, feito sob encomenda. Origem dos Hot Rods é muito interessante.

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